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Como ajudar alguém com um distúrbio alimentar

Como ajudar alguém com um distúrbio alimentar

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Um distúrbio alimentar, ou perturbação alimentar, pode afetar qualquer pessoa, surgindo em criança/jovem ou já mesmo na idade adulta. As perturbações alimentares têm origem em fatores psicológicos, podendo traduzir-se em anorexia nervosa, bulimia, compulsão alimentar, entre outros.

Independentemente da perturbação em questão, é possível realizar um tratamento que contribua para a retoma de uma vida mais equilibrada.

Em VillaRamadas os tratamentos são adequados a cada pessoa e ao seu caso clínico em concreto. No entanto, é importante referir que em todos eles é extremamente importante o apoio do círculo íntimo mais próximo do paciente.

Assim, apresentamos aqui alguns pontos de como pode ajudar quem sofre de algum tipo de distúrbio alimentar. Estes passos não são um tratamento, mas um complemento com o trabalho desenvolvido por uma equipa multidisciplinar.

1. Leia e aprenda sobre o distúrbio alimentar

Como ajudar alguém com um distúrbio alimentar
© Michael Burrows/Pexels

É importante que quando fale com o seu amigo(a)/ente querido saiba do que está a falar. Por isso, deve ter algumas noções básicas da perturbação alimentar em questão.

Pode recorrer a vários artigos que temos no nosso blog (aqui).

2. Seja um pilar de apoio

Por vezes pode parecer mais fácil falar quando se está de fora do problema, mas aqui é importante que seja manifestamente um pilar de apoio. Esteja presente, ouça e faça a pessoa sentir-se segura.

Mas atenção! Isto não significa que deva dizer que sim a tudo o que a pessoa diz ou faz. Pelo contrário. Deve, com base na informação que pesquisou sobre o tema, procurar dar os melhores conselhos e incentivar comportamentos benéficos para lutar contra a perturbação.

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© Liza Summer/Pexels

3. Mantenha a ‘normalidade’

Nos casos clínicos de distúrbios alimentares são raros aqueles em que a pessoa reconhece que tem uma perturbação. A pessoa entra em negação, mas quando o círculo mais próximo muda de atitude de forma repentina, isto não ajuda na mudança de hábitos da mesma.

É por isso importante que se mantenha alguma normalidade dos hábitos diários e na relação com essa pessoa. Os planos que existiam anteriormente devem ser mantidos da mesma forma, proporcionando momentos de convívio e relações sociais que possam ajudar a pessoa a sair de situações de autoisolamento.

4. Seja paciente

Ajudar alguém com uma perturbação alimentar não é fácil, mas também não deve ser encarado como uma missão impossível. Há que ter em conta que haverá momentos de frustração e que os mesmos não podem abalar a paciência, empatia e confiança necessárias na relação.

Por muita confiança que exista, aconselhamos a que haja alguma moderação no tipo de conversas de repreensão face a comportamentos negativos. Quando mal orientadas, elas levarão a casos de impacto, que não vão ajudar nenhum dos lados. Poderão ainda potenciar novas crises de ansiedade e exacerbação do distúrbio.

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© Prateek Katyal/Pexels

Ouça, deixe a pessoa partilhar, dê opiniões e esteja presente. Se a pessoa já estiver a ser acompanhada por profissionais de saúde, deixe que as eventuais repreensões sejam feitas por eles. Caso não exista um tratamento em curso, procure incentivar a procura de ajuda profissional em prol da sanidade mental.

5. Envolva-se no tratamento

Nos casos de família próxima, não tenha medo de se envolver no tratamento. Nos casos dos pacientes mais jovens, é importante que a família esteja no processo de corpo e alma. É necessário fomentar a comunicação e nalguns casos a terapia familiar pode ser aconselhada.

 

Se conhece alguém que sofre de um distúrbio alimentar, ajude! Contacte-nos e fique a saber mais sobre os nossos programas de tratamento para perturbações alimentares.

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